O promotor José Aparecido da Cruz disse ontem que não influenciou a Câmara de Vereadores de Maringá na votação de contas do ex-prefeito Ricardo Barros (PPB). Anteontem Barros, agora deputado federal, acusou Cruz de pressionar os vereadores para adiar a votação das contas de sua administração em 1991, aprovadas pelo TC. Barros pediu também aos vereadores que formem uma Comissão Especial para apurar os desvios de dinheiro na prefeitura.
Barros alega que as investigações estão concentradas no MP, ‘‘que tem sonegado informações à comunidade’’. Cruz diz que durante 18 anos ninguém fez nada sobre os desvios, apesar do artigo 5º da Constituição permitir qualquer pessoa contestar os crimes. ‘‘O MP está trabalhando dentro das condições de provas, e não tem sonegado informações desde que possam ser levadas a público’’, disse. (M.Z.)

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