Pouco antes de se reunirem com representantes da Prefeitura, membros do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Londrina (Sindserv) conversaram com o promotor de Defesa dos Direitos e Garantias Constitucionais, Paulo Tavares, e se comprometeram a manter o atendendimento mínimo de serviços essenciais nos próximos dias de paralisação. Eles também encaminharam denúncias de suposta falta de material de higiene e medicamentos no setor da Saúde.
A Folha tentou contato com Tavares, mas ele não foi localizado. O presidente do Sindserv, Marcelo Urbaneja, afirmou que envia ao promotor na próxima segunda-feira a escala comprovando que será mantido o atendimento mínimo (30% de não adesão à greve, conforme a lei) em locais como postos de saúde 16 e 24 horas, e também no Pronto Atendimento Municipal (PAM). ''Garantimos ao promotor que não vamos lançar mão de seguranças semana que vem, mas confiamos que a Polícia Militar nos ajude'', disse o sindicalista. Os servidores marcaram paralisações para seguda e terça-feiras. (J.G.)

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