O relator do projeto de lei complementar que trata da criação e instalação do Ministério da Defesa, Aroldo Cedraz (PFL-BA), tenta hoje fechar um acordo com os líderes para colocá-lo em votação rapidamente. O texto chegou ao Congresso em janeiro, nos primeiros dias do atual mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas foi deixado de lado enquanto tramitava a emenda que ampliou os prazos de cobrança e aumentou as alíquotas da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF). Agora, para compensar o atraso, será votado em regime de urgência.

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