Curitiba - Em relação ao caso, o Ministério Público (MP) do Paraná informou, através de sua assessoria, que Maria Aparecida foi afastada das funções eleitorais após parecer do MP federal, emitido pela Procuradoria Regional Eleitoral, então ocupada por Luís Sérgio Langowski. O procurador solicitou ao então procurador-geral de Justiça as providências necessárias para afastar a promotora de suas funções.
O MP federal entendeu que a promotora não apresentava condições de imparcialidade necessárias para continuar a exercer a função eleitoral, uma vez que ela havia apresentado queixas-crime por crime contra a honra contra a prefeita, Munira Peluso, então candidata à reeleição. Algumas denúncias apresentadas à época davam conta de que a coligação da prefeita estaria distribuindo cestas básicas à população e providenciando transporte de eleitores, o que é ilegal.
A prefeita Munira Peluso nega que tenha havido perseguição à promotora. ''Houve momentos em que tive que me defender de acusações dela, mas acredito que o problema é entre o Ministério Público e ela, não com a prefeitura'', afirmou ontem à Folha. (M.G.)

mockup