O procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, pediu informações ao Tribunal de Contas do Espírito Santo e a secretários estaduais de Educação e Fazenda para decidir depois se apresenta ou não ao Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido de intervenção federal no Estado. Brindeiro considerou insuficientes os dados de que dispunha para avaliar se o governador José Ignacio descumpriu o dispositivo da Constituição que autoriza a intervenção na hipótese de aplicação de verba na educação abaixo do percentual exigido. Ignacio também responde a inquérito criminal no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e será convocado a depor sobre suspeitas de inúmeras irregularidades na sua administração no Espírito Santo.

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