Procurador diz estar convicto sobre aquivamento
Curitiba - Em entrevista exclusiva à Folha, Milton Riquelme de Macedo explicou que pediu a desistência da execução por convicção própria. ''Achei que não era o caso de executar porque a lei estadual que criou o fundo deu um fim a matéria. Não houve qualquer pressão ou contato com integrantes do governo do Estado. Foi simplesmente convicção pessoal''.
Riquelme de Macedo diz entender as divergências internas surgidas dentro do próprio MP. ''Os promotores do Patrimônio Público foram designados por mim para assumirem os postos em que estão. Mas entendo e respeito que eles tenham uma convicção diferente da minha'', ponderou. O procurador diz que não espera que o caso possa trazer desgaste a instituição Ministério Público. ''Faz parte do cargo tomar decisões difíceis como essa. Mas não posso me regular pelo efeito que irá haver. Tenho que pensar na minha convicção para tomar atitudes'', justificou. (L.P.)





