Belém- Um processo, com 11 volumes, dois anexos e mais de 30 mil páginas contra o deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) e outros 25 acusados de desvio de verbas, crime contra a administração pública e participação em organização criminosa dentro da extinta Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) foi enviado anteontem pelo juiz substituto da 2. Vara da Justiça Federal de Tocantins, Wesley Wadim de Souza, ao Supremo Tribunal Federal (STF). A denúncia foi feita pelo Ministério Público Federal (MPF).
O ministro Gilmar Mendes é quem relatará a ação. Em setembro de 2001, após a renúncia de Jader ao mandato de senador, o caso passou a tramitar pela Justiça Federal do Tocantins. Eleito deputado em 2002, ele ganhou direito a foro privilegiado no STF.

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