Arquivo FolhaMotta: desconfortoO ministro das Comunicações Sérgio Motta permanecia internado ontem na UTI do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para onde foi transferido no dia anterior, devido a aumento do ‘‘desconforto respiratório’’, segundo o boletim médico. Ontem, após uma visita de pouco mais de uma hora, o ministro da Educação Paulo Renato disse que o quadro do ministro é ‘‘estável’’ e que a família está tranquila. Motta está internado desde terça-feira.
‘‘Estamos muito otimistas com a perspectiva de recuperação de Sérgio Motta’’, disse. Segundo Paulo Renato, assessores e familiares de Motta disseram que a transferência do ministro para a UTI foi feita para garantir maior isolamento e tranquilidade para ele dormir. Paulo Renato disse que não houve agravamento do quadro de saúde do ministro, que sofre de uma infecção pulmonar.
Até às 12h30 de ontem, ainda não havia sido divulgado nenhum novo boletim médico, que era esperado para a tarde. A filha do ministro, Juliana Motta, negou que os médicos estejam cogitando um transplante pulmonar por recomendação da equipe que atendeu o ministro em Denver (EUA), há um mês.
O jornal gaúcho ‘‘Zero Hora’’ divulgou notícia ontem segundo a qual Motta poderia ser transferido para a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre para realizar o transplante. Ontem, a reportagem procurou a direção da Santa Casa, mas a informação não foi confirmada.
Lucena A família do senador Humberto Lucena (PMDB-PB) pediu ontem aos paraibanos que façam uma corrente de orações pela sua saúde. Lucena está internado na UTI do Incor (Instituto do Coração), em São Paulo, desde 18 de fevereiro. O seu estado de saúde era considerado ‘‘crítico’’ ontem, segundo o médico José Antônio Ramires, diretor clínico do hospital.
Um boletim médico divulgado pelo Incor diz que Lucena está em estado crítico, continuamente sedado, e tendo assistência respiratória por meio de aparelhos de ventilação pulmonar. O boletim diz que o senador está sendo tratado de uma infecção pulmonar com antibióticos. Lucena teve duas paradas cardíacas nos últimos quatro dias.

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