A juíza da 3 Vara Criminal, Oneide Negrão, converteu em preventivas, oito das 14 prisões temporárias que estavam em vigor pela operação Antissepsia. Dentre os que continuam presos estão o ex-procurador jurídido do município, Fidélis Canguçu, a sua esposa, Joelma Aparecida da Silva, e os ex-conselheiros de saúde, Marcos Ratto e Joel Tadeu Correa.
Ontem venceu o prazo de nove prorrogações das prisões temporárias. Destes, apenas três, não tiveram o pedido de conversão em preventiva. Gustavo Politti,
Claudecir Lambert, Vagner Cecílio da Silva, devem ser soltos na madrugada de hoje.
Esta agendada para hoje a oitiva dos irmãos Flávio Martins e Antônio Carlos Martins, dois contadores, que ainda estão detidos temporariamente pela justiça. Os dois deixaram de prestar depoimento, porque, segundo o MP, precisaram de atendimento médico.


BALANÇO

Confira os oito acusados que tiveram a prisão preventiva decretada pela 3 Vara Criminal na operação Antissepssia:
- Fidélis Canguçu
Ex-procurador jurídico do Município
- Joelma Aparecida Silva
Mulher de Canguçu
- Joel Tadeu Correa
Ex-conselheiro municipal de Saúde
- Marcos Rogério Ratto
Ex-conselheiro municipal de Saúde
- Juan Monastério Mattos Dias
Consultor que teria intermediado contato entre o Instituto Gálatas e a Prefeitura
- David Garcia de Assis
Contador que prestaria serviços ao Instituto Atlântico
- André Augusto de Oliveira
Contador que prestaria serviços ao Instituto Atlântico
- Alessandro Magno Martins
Ex-assessor jurídico da 6 Inspetoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que teria repassado R$ 45 mil ao presidente do Instituto Atlântico, Bruno Valverde
Devem ser liberados pelo fim da prisão temporária:
- Gustavo Politti
- Claudecir Lamberti
- Vagner Cecílio da Silva

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