Principais trechos
- Uma boa parte do povo sente que se trata de um processo político, no sentido de tentar me destruir.
- Enquanto tramitam os recursos na Justiça, estou no exercício do mandato.
- Tomamos providências abrindo uma sindicância interna que resultou no envio de uma ação civil contra mais de 50 pessoas físicas e jurídicas.
- Tenho por ele (o juiz Celso Saito) o maior respeito. Trata-se de um homem íntegro, que dedicou uma vida à Justiça.
- Tenho de ter serenidade.
- A agressão está sendo direcionada pessoalmente a mim e também à minha família.
- Jamais teria atitudes iguais as deles (adversários) de ir dessa forma, como fizeram por exemplo ao realizar uma manifestação em frente à minha casa.
- O próprio presidente FHCtem interesse e estaria ajudando o candidato de seu partido a ganhar as eleições em Londrina.
- muita gente graúda não foi atingida pela decisão do juiz Celso Saito.
- Estranho a morosidade do Ministério Público em investigar estas denúncias (de desvio de dinheiro dos cofres da prefeitura) e, depois de quinze meses, não apresentar uma ação definitiva mas sim uma ação cautelar. Além disso, várias pessoas que foram citadas em depoimentos dos acusadores não foram atingidas pela decisão da Justiça.
- Eles (os promotores) estão fazendo uma encenação circense.
- Discordo desta autopromoção. Eles (os promotores) querem ganhar os holofotes da imprensa soltando ações a conta-gotas, porque o dia 30 de junho é o último dia de prazo para os partidos escolherem seus candidatos a prefeito.
- Meus adversários estão promovendo um linchamento político da família Belinati.
- Teve uma voz política de Londrina que deu uma entrevista na Folha de Londrina dizendo que só tem um meio de me impedir de ser tetraprefeito: cassando meus direitos políticos. Mas eleição não se ganha dessa maneira.
- Ele (o advogado Ives Gandra Martins) me garantiu que eu só poderia perder legalmente meu cargo caso fossem comprovadas irregularidades na AMA, porque é uma autarquia. Mas não por irregularidades comprovadas na Comurb que é uma S/A.
- Fiz o que nem o presidente Fernando Henrique Cardoso ou outros homens públicos fizeram. Houve denúncias de irregularidades numa autarquia ou numa empresa de sociedade anônima, eu abri sindicância, mandei para a Justiça, pedindo o bloqueio de bens dos envolvidos e ressarcimento aos cofres públicos.





