São Paulo - Mesmo com eventuais vantagens que venham a ser obtidas com a reforma tributária e a economia que terão com as mudanças na Previdência, as previsões de investimentos para o próximo ano não são muito diferentes dos números de 2003. Na Bahia, por exemplo, a previsão é um aumento nominal de R$ 300 milhões, mas Avena admite que, descontadas as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,5% e a inflação projetada para 2004, praticamente não há variação.
''Posso lhe garantir que o Estado, mesmo com esforço para reduzir despesas de custeio, investiu muito pouco neste ano e a previsão para o ano que vem não é nada muito melhor'', afirmou.
No Pará, a secretária especial de Gestão, Teresa Cativo, prevê um volume maior de recursos para 2004 em comparação com 2003. A meta é aplicar R$ 660 milhões no ano que vem contra os R$ 621 milhões que deve investir até dezembro, mas admite tratar-se de uma previsão ''bem conservadora''. ''Não há nada no cenário atual que indique uma previsão mais ousada.''

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