''Quem quiser fazer alguma irregularidade, vai fazer'', acredita Francisvaldo Mendes, tesoureiro da campanha do candidato ao governo do estado de São Paulo, Plínio de Arruda Sampaio (P-SOL/PSTU/PCB). Mendes considera que a nova forma de prestação de contas da campanha eleitoral, de forma parcelada, não coíbe irregularidades na movimentação de recursos durante o processo eleitoral. Os partidos políticos, as coligações e os candidatos passaram a ser obrigados nesta eleição a divulgar pela internet nos dias 6 de agosto e 6 de setembro, um relatório discriminando os recursos em dinheiro que tenham recebido para financiamento da campanha eleitoral e também os gastos que realizaram.

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