O Serviço Reservado da Polícia Militar (P2) prendeu, na sexta-feira à noite, um suspeito de ter participado do assassinato do deputado Tiago Amorim. Sérgio Adriani Schwann, de 32 anos, trabalhou na campanha do deputado para a prefeitura de Cascavel em 2000. Ele foi preso por causa de um mandado de prisão por ter cometido um assassinato em Santa Helena, em 1994.
O que ligou Schwann à morte do deputado foi uma pistola calibre 9 milímetros encontrada na casa dele. Amorim foi morto com tiros disparados de uma arma deste tipo. A polícia diz ter encontrado outras armas na casa do suspeito. A polícia técnica vai agora comparar os projéteis para verificar se foi esta a mesma pistola utilizada no crime.
Além de ter trabalhado na campanha de Amorim, Schwann também chegou a trabalhar na Prefeitura de Cascavel por vários meses, durante o mandato do ex-prefeito Salazar Barreiros. A ligação com Barreiros continua, pois atualmente ele trabalha nas propriedades rurais do ex-prefeito.
Logo após ser preso, Sérgio Schwann negou ter participado do assassinato do deputado. Ele afirma que não teria motivo nenhum para a execução.
O delegado responsável pelo caso, Alexandre Macurim da Silva, prometeu entregar amanhã um relatório das investigações ao juiz Wolfegang Werner Jhanke, da 1ª Vara Criminal de Cascavel.

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