Brasília - Depois de publicar vídeo polêmico e ser criticado, o presidente Jair Bolsonaro disse por meio de nota que não pretendia criticar o Carnaval de forma genérica. "Não houve intenção de criticar o carnaval de forma genérica, mas sim caracterizar uma distorção clara do espírito momesco, que simboliza a descontração, a ironia, a crítica saudável e a criatividade da nossa maior e mais democrática festa popular", diz texto divulgado nessa quarta-feira (6) pelo Palácio do Planalto.
A nota foi divulgada no início da noite dessa quarta após o presidente ter usado sua conta oficial do Twitter na terça (5) para divulgar um vídeo em que um homem aparece dançando sobre um ponto de táxi após introduzir o dedo no próprio ânus. Na sequência, surge outro rapaz que urina na cabeça do que dançava. O presidente diz que a cena escandalizou o país e que se trata de um crime, sem especificar qual. "É um crime, tipificado na legislação brasileira, que violenta os valores familiares e as tradições culturais do carnaval", diz o texto.
PT
O PT vai pedir que a Procuradoria-Geral da República investigue o presidente da República, Jair Bolsonaro, pela publicação de um vídeo pornográfico em sua conta no Twitter. A informação é do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP). "Vamos representar Jair Bolsonaro pelo vídeo que postou. A lei 13.718, recentemente aprovada, tipifica o crime de divulgação, sem o consentimento da vítima, de cena de sexo, nudez ou pornografia", escreveu o parlamentar em sua conta na mesma rede social. (Colaborou Agência Estado)

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