Os 13 comissionados nomeados pela Presidência da Câmara serão definidos nos próximos dias - provalmente no final dessa primeira quinzena de janeiro. Conforme Sidney de Souza, devem ser adotados critérios como tempo de casa, produtividade e mesmo a consulta a vereadores que o apoiaram na eleição (15, ao todo) para a Mesa. Entre eles, estão os postos de diretor, procurador, controlador, assessor de imprensa, jornalista, fotógrafo, chefe de cerimonial, secretário técnico-legislativo, revisor, assessor regimental (ocupado atualmente por servidora de carreira), assessor de assuntos comunitários, técnico de áudio e vídeo e assistente de áudio e vídeo. Os rendimentos variam entre R$ 6,9 mil (diretor, procurador e controlador) e R$ 1,5 mil (assistente de áudio e vídeo).
  ‘‘Acredito que a maioria será mantida nos cargos, até porque o conceito deles é muito bom; já falei com vários vereadores. E penso que em um universo de 18 vereadores, para uma cidade de 500 mil habitantes, é um quadro bastante enxuto, pois servem o Legislativo como um todo’’, defendeu Souza. Segundo o vereador, a proposta de tornar o trabalho desses e dos demais servidores ‘‘mais rentável’’ deve ser fechada com cusos de reciclagem e de aperfeiçoamento, prática que ele garante que será incentivada no mandato de dois anos. ‘‘Essa é uma máxima da economia: se o funcionário é despesa, tem que ser cortado. Se é investimento, tem que ser valorizado e muito bem aproveitado.’’ (J.G.)

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