Presidente da sigla vai concentrar negociações
Curitiba - As bancadas estadual e federal do PFL concordaram em concentrar nas mãos do presidente da sigla as negociações com os partidos aliados. Por estar sempre em contato com a executiva nacional, João Elísio teria condições de promover os melhores acertos para o partido no Estado. O PFL está com medo que negociações paralelas, sem o consentimento da maioria, atrapalhem possíveis acordos.
O partido, inclusive, não descarta, nos bastidores, a possibilidade de abrir mão da cabeça de chapa em favor de Beto Richa ou de qualquer outro candidato tucano, desde que o nome se viabilize como candidato nos meses que antecedem as convenções, marcadas para junho e julho. O potencial eleitoral seria medido por meio de pesquisas de opinião.
Oficialmente, caso o PFL nacional imponha um rompimento com o PSDB do Paraná, por conta da disputa presidencial entre a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PFL) e o ministro da Saúde, José Serra (PSDB), o PFL no Estado tem nomes próprios para a sucessão de Lerner. Ontem foram citados Rafael Greca, Lubomir Ficinski, Ingo Hubert e Cassio Taniguchi como opções para o governo. Alceni Guerra e Luciano Pizzatto, como pré-candidatos ao Senado. Greca, Ficinski e Alceni participaram do almoço. Aos que estão de olho na eleição majoritária, o comando regional do PFL não fez objeções. Tacitamente, todos, sem exceção, podem ser candidatos, mas para isso terão de mostra seus votos durante o período de negociações.(L.D.)





