O presidente da Sercomtel, João Rezende, negou a dívida de R$ 355 mil em faturas não pagas pela Prefeitura de Londrina. ''Elas estão sendo pagas. Às vezes atrasa, eles pagam, fazem compensação, mas está tudo em dia'', resumiu.
Sobre os gastos com doações e patrocínios, Rezende afirmou que o acréscimo de 2003 para 2004 foi em função da instalação na empresa, ano passado, de um programa de responsabilidade social. ''Aumentamos R$ 1 milhão, não o que estão dizendo. E esse dinheiro foi para a Guarda Mirim, o Londrina Esporte Clube, o atletismo, entre outros. Não sei por que o sindicato está atrás disso, não é problema dele'', ironizou.
Sobre a dívida de R$ 7,834 milhões, Rezende explicou que ele teve origem no período anterior a 2001. ''Eram R$ 12 milhões de dívidas por conta da transformação em SA, e outras dívidas. Não houve retroação, até porque os dividendos de 2003 foram fechados em abril de 2004'', disse. Uma reunião do Conselho Administrativo em dezembro do ano passado, complementou, teria decidido pela suspensão do acordo e originado os R$ 7 milhões restantes o que deve ser retomado este ano. ''A Prefeitura reconhece apenas R$ 5 milhões, é verdade, até por precaução, pois boa parte era de caráter duvidoso. Mas estamos regularizando a situação, este ano, pelos lucros da Celular'', afirmou Rezende. (J.G.)

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