O secretário municipal de Gestão Pública, Marco Cito, informou ontem que o contrato que a Prefeitura mantinha com a Centronic foi rescindido em 30 de abril e que um novo processo licitatório está em curso. A empresa tem prazo até 30 de maio para fazer o encampamento de seus equipamentos e materiais. O Município estima que terá uma economia de, pelo menos, R$ 100 mil mensais com o novo contrato.
Cito explicou que a rescisão tem relação com o fato de a Centronic ter sido declarada inidônea pela Prefeitura de Curitiba em 2006, situação que a impede de firmar contratos públicos. A empresa de vigilância foi contratada pela Prefeitura de Londrina em 4 agosto de 2006 para fazer a vigilância de espaços e prédios públicos com vigilantes e sistemas de alarme monitorado. Conforme o secretário, estes serviços custavam ao Município aproximadamente R$ 500 mil mensais, ou quase R$ 6 milhões por ano.
Antes de rescindir o contrato, porém, a Prefeitura firmou o vigésimo termo aditivo, o quarto assinado pela atual administração. O termo, de 29 de dezembro do ano passado, aditivava o contrato em R$ 57 mil (equivalente a 1,01% do valor do contrato).
Agora, com a rescisão do contrato, Cito precisou que a disputa para licitar os serviços de vigilância vai acontecer em 17 de maio, sob a forma de pregão, e deverá vigorar por um ano. A expectativa é que o novo contrato fique em até R$ 400 mil por mês. ''Dentro da nossa ação de fazer a revisão de vários contratos, este é um que será reduzido porque a Secretaria de Obras tinha gasto de R$ 33 mil mensais com vigilância e reduzimos para R$ 3 mil, a Secretaria da Mulher gastava R$ 12 mil e vamos reduzir para R$ 2 mil'', exemplificou o secretário. A ideia da Prefeitura é utilizar também os serviços da Guarda Municipal para vigiar pontos específicos, principalmente, na região central. (L.A.)

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