A prefeitura de Londrina demitiu nove servidores este ano por diversos motivos. Dois casos recentes foram relacionados com problemas no ponto. O técnico de saúde pública Rogério Prudêncio Lampe foi demitido por decreto no última sexta-feira (30). Ele estava lotado na Coordenadoria de Alimentos da Vigilância Sanitária. “Observamos que ele ia, enquanto era cumprido horário de trabalho, com horas extras inclusive, para o clube AFML. Pelo que apuramos era o horário do balé da filha”, explicou o corregedor geral do município, Alexandre Tranin. O processo da prefeitura viu o comportamento irregular por 20 vezes entre 2016 e 2018.

Já Alex Sandro Jose Henrique, que atuava como assistente de enfermagem, lotado na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Sabará, na zona oeste, foi demitido no dia 23 de agosto. O processo foi iniciado com uma denúncia em que apontava que o servidor havia faltado ao plantão do dia 1º de janeiro de 2018 e na mesma data teria publicado fotos na praia em suas redes sociais. “Identificamos 34 faltas sem a devida justificativa, entre 2014 e 2017. E a decisão final foi tomada a partir de um processo administrativo disciplinar”, afirmou Tranin.

São diversos os motivos que podem causar demissão de servidores. Atualmente, o município faz diligências e levanta informações sobre o servidor que aparece em um vídeo agredindo com um tapa em um homem com o braço engessado na UPA Centro Oeste, no Jardim do Sol, em agosto. “Quando o processo administrativo for instaurado terá o período máximo de 180 dias”, explicou Tranin. Enquanto não se chega a uma conclusão sobre o caso, o servidor permanece suspenso de suas atividades, recebendo o seu salário regularmente.

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