Os prefeitos recém-empossados poderão disputar, neste ano, parte dos R$ 11 milhões pertencentes a um fundo de financiamento do Ministério das Cidades para melhorar a infra-estrutura do transporte urbano. Outros R$ 100 milhões para o mesmo fim estão destinados a projetos previstos em emendas parlamentares e ficam fora da disputa. Os deputados federais e senadores escolheram os municípios beneficiados por essa verba.
''Tantos os municípios que disputam os recursos livres quanto os que receberão o financiamento via emenda precisam apresentar projetos. Esses projetos devem estar de acordo com o plano diretor do município e com o plano de transportes. A prefeitura não terá que reembolsar a União, mas deverá apresentar contrapartidas'', avisa Roberto Moreira, gerente da Secretaria Nacional de Transporte.
Os recursos poderão ser usados em três linhas básicas de ação. A primeira delas trata dos corredores estruturais, ou seja, terminais, paradas e faixas exclusivas para ônibus. A segunda linha de financiamento é voltada para projetos de ciclovias e calçadas e a terceira linha beneficia ações que melhoram a acessibilidade para portadores de deficiência física.

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