Prefeitos querem participação nas contribuições
Curitiba - O presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e prefeito de Nova Olímpia, Luiz Sorvos (PDT), explica que a redução do FPM afeta drasticamente o caixa, pois a Constituição vincula 25% da receita para ser aplicada em educação e 15% em saúde. Como a receita despenca, cai também o dinheiro destinado a essas áreas. ''Dependemos do dinheiro do FPM. Sem ele, em Nova Olímpia, vai ser difícil pagar o 13º salário do funcionalismo, pode atrasar'', reclama.
Sorvos avalia que, apesar de grave, a queda do FPM é uma questão pontual. Para reverter a escassez de recursos dos municípios e permitir mais investimentos nas diversas áreas é necessário que as prefeituras sejam inseridas na distribuição do dinheiro arrecadado com as contribuições, como a Contribuição sobre Intervenção de Domínio Econômico (Cide), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). (M.D.)





