O aumento do subsídio, de R$ 9 mil para até R$ 17 mil por unidade habitacional, através do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida é um dos principais anseios dos municípios que integram a Região Metropolitana de Londrina (RML). A FOLHA conversou com os prefeitos dos três mais novos componentes do conglomerado, desde de abril - Sabáudia, Jaguapitã e Pitangueiras - e todos confirmam que estão focando os benefícios junto à Caixa Econômica Federal (CEF).
  O prefeito de Pitangueiras, Cristóvon Videira Ripol (PSD), disse que os próximos projetos para moradia no município já estarão com o subsídio maior. ‘‘Para nós já existem bom resultados desde que entramos na RML.’’ Ele também citou o acesso aos recursos para a segurança pública, através do Cismel, como meta.
  De acordo com o prefeito de Jaguapitã, Luiz Carlos Trapp (PMDB), a inclusão do município na RML vai alterar os projetos que estão sendo analisados pela CEF para atendimento à demanda habitacional. ‘‘A Caixa está fazendo as mudanças necessárias nos projetos para termos o aumento no subsídio’’.
  Em Sabáudia, a prefeitura tem dois projetos para novas moradias sendo analisados e, segundo o prefeito Almir Batista (PTB), o incentivo da União poderá chegar a mais de R$ 8 milhões. ‘‘São dois projetos em andamento, para construção de 580 casas e para 280 apartamentos.’’ O município, único na RML com DDD 44, também pretende ir até a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) alterar o código para o 43.
  O gerente regional da CEF, Olides Millezi Junior, confirmou que as regras do Minha Casa incentivam a entrada dos municípios menores nas regiões metropolitanas. ‘‘Existe uma política diferenciada de financimento. Além do subsídio chegar até R$ 17 mil, o valor dos imóveis também pode ser maior, chegando até R$ 130 mil.’’ Fora da RML, os imóveis a serem financiados podem ser no máximo de R$ 80 mil.’’ (E.F.)

Imagem ilustrativa da imagem Prefeitos anseiam por benefícios do conglomerado
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