Prefeito se cala sobre aditivo perante Ministério Público
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Patrícia Alves /Redação FolhaWeb 
O Prefeito Barbosa Neto (PDT) preservou seu direito de permanecer calado e negou-se a prestar esclarecimentos sobre irregularidades em aditivo ao contrato com a empresa Proguarda ao comparecer nesta tarde (30) para depoimento no Ministério Público.
A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público investiga o aditivo que a Secretaria de Gestão Pública (SGP) concedeu para reequilíbrio econômico-financeiro da Proguarda Administração e Serviços, de Goiânia (GO), em quantia superior ao que a própria empresa havia solicitado no contrato inicial de R$ 8,7 milhões para prestar serviços de limpeza nos prédios públicos do município.
A concessão do reequilíbrio, feita pelo então titular da pasta, Marco Cito (hoje secretário de Governo), lançado em 18 de março deste ano, causou impacto de mais de R$ 1 milhão no contrato. Após sair do prédio do MP, Barbosa declarou que confia plenamente em seus auxiliares e negou que aja irregularidades no aditivo.
Ainda nesta tarde, o Ministério Público espera para depor sobre o caso o ex-procurador jurídico do município, Fidélis Canguçu, que teria apresentado parecer favorável ao aditivo sem estudos técnicos para avaliar sua legalidade .
Caso Gálatas
Está marcado para amanhã a audiência para escutar as testemunhas de defesa do caso Gálatas. O prefeito Barbosa Neto foi arrolado como testemunha de defesa de Cangussu, as declarou que irá seguir as recomendações de seus advogados, que garantem que o prefeito não recebeu intimação para a audiência.
(Colaborou a repórter Loriane Comeli)


