Maringá A administração municipal de Maringá informou que, se aberta a negociação, tudo deverá começar do zero, pois o sindicato já havia rejeitado todas as propostas feitas anteriormente. Inicialmente, o prefeito de Maringá, Silvio Magalhães Barros (PP), ofereceu 4,53% de reajuste, mas depois recuou para 0,39%. Ontem, Barros convocou três sessões extraordinárias na Câmara para votação do projeto que aumenta o piso salarial de R$ 395,00 para R$ 450,00. Essa proposta foi feita durante as negociações como forma de privilegiar os trabalhadores que recebem os menores salários.
Durante os 30 dias de manifestação, os grevistas impediram a coleta de lixo por cerca de 20 dias, o que causou um acúmulo de cerca de seis toneladas nas ruas da cidade. A ocupação do prédio da prefeitura, semana passada, com a retirada à força por cerca de 230 homens da Polícia Militar enfraqueceu o movimento. Ainda durante esse período, o Sismmar foi multado em R$ 70 mil pela Justiça do Trabalho, por não manter 50 metros de distância das entradas dos prédios públicos, durante a invasão.

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