O prefeito Jorge Scaff (PSB) ainda não decidiu quem vai apoiar no segundo turno da eleição para prefeitura de Londrina. No final da semana passada ele informou, por meio da assessoria de imprensa, que ‘‘não pensou no assunto’’ e por isso, por enquanto, não pretende fazer qualquer declaração.
De qualquer forma, Scaff mantém a posição tomada no primeiro turno das eleições municipais: o secretário que quiser trabalhar na campanha, para um ou outro candidato, deve pedir licença da prefeitura. Ele quer evitar o risco de uso da máquina administrativa.
No primeiro turno, pelo menos dois assessores diretos de Scaff acabaram se envolvendo na eleição municipal: Gustavo Santos, presidente da Companhia Municipal de Transportes e Urbanismo (CMTU), e Fábio Reali, secretário de Administração, trabalharam para a campanha de Farage Kouri (PFL). Eles atenderam a orientação do prefeito e se licenciaram do cargo.
Na quinta-feira, Scaff reuniu o secretariado para fazer uma avaliação da administração durante o período em que ele ficou a frente do cargo, desde o final de maio, quando o prefeito cassado, Antonio Belinati (PFL), foi afastado pela Justiça. Scaff também aproveitou o encontro para definir as metas da administração municipal na reta final de seu mandato.