O prefeito Ilson Mendes fez questão de frisar que ainda não recebeu o relatório da CGU. ''Estão me acusando e eu ainda não me defendi'', declarou. Mendes destacou ainda que em nenhum momento solicitou ao jornal a publicação diferenciada dos editais. ''Isso é uma questão lá do jornal, tem que investigar lá. Eu não fiz nada'', defendeu-se.
Sobre a MKS, Mendes informou que tudo foi feito da forma correta. ''Se existiu irregularidade, não foi na prefeitura. A empresa pode não existir hoje mas na época existia'', garantiu. Ele ainda acrescentou que o importante é que os medicamentos foram comprados e entregues à população. ''Eu não mandei ninguém assinar papel em branco, se a empresa mandou eu não tenho como saber''.
Sobre os dois convênios, o prefeito explicou que o primeiro era uma verba de R$ 40 mil destinada somente para a cobertura do hospital Santa Terezinha. Com o recurso do outro convênio, de R$ 222,5 mil e R$ 33,3 mil de contrapartida municipal, Mendes informou que foi feita a ampliação e reforma do hospital. Ele observou que se sente ''vítima de todo mundo''. ''Tenho quatro mandatos seguidos, dois como vereador e dois como prefeito, isso aí é chantagem'', definiu.
Paulo Augusto Costa, um dos proprietário da Gazeta da Cidade, disse que ainda não concluiu o levantamento para saber o que ocorreu na impressão do jornal para originar dois exemplares diferentes. (F.B.)

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