Curitiba - Os cerca de 87 servidores efetivos sem função da Assembleia Legislativa (AL) devem decidir hoje se aceitam a transferência para o Poder Executivo ou se preferem ser colocados em disponibilidade, em casa, mas com salário reduzido. O presidente da Casa, Valdir Rossoni (PSDB), afirmou que mandaria ainda ontem o pedido oficial ao governador Beto Richa (PSDB) para que aceite os funcionários cedidos pelo Legislativo.
Ele não quis adiantar o número exato de servidores que passarão a atuar na Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Seju), alegando que essa definição depende ainda do ''desejo da Secretaria''. Rossoni acredita que o número ainda pode passar de 100, se considerados servidores já lotados em departamentos da Casa de Leis, mas que não seriam mais necessários.
Os servidores não podem ser obrigados a trabalhar na Seju. Alguns já declararam à imprensa que não irão para o Executivo. Neste caso, segundo Rossoni, eles serão colocados em disponibilidade para que fiquem em casa, mas com redução de vencimento.

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