Brasília - O PPS decidiu ontem apoiar informalmente a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República. Por aclamação, a convenção nacional do partido no Rio de Janeiro referendou posição da Executiva Nacional de não oferecer apoio formal ao candidato. Com isso, o partido fica livre para fazer coligações nos Estados.
Em nota, o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (PE), informa que o apoio do partido a Alckmin será ''político, firme e decidido''. Freire também passará a integrar o conselho político da campanha do tucano. ''O PPS apresentará as suas propostas de mudanças de rumo no atual modelo econômico, reafirmando o seu compromisso com o desenvolvimento social, a ética, e a defesa das instituições democráticas e sua visão republicana - questões hoje ameaçadas pelo governo Lula, pelo PT e seus aliados'', diz o documento.
No nota, Freire justifica que o PPS não irá integrar oficialmente a chapa do candidato porque não quer ficar amarrado para fazer alianças nos estados. Pela regra da verticalização, se apoiasse Alckmin, o PPS ficaria obrigado a fazer coligações apenas com o PSDB e o PFL.

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