Curitiba A executiva estadual do PPS confirmou a expulsão de mais dois prefeitos da sigla por infidelidade nas eleições de 2002. Avelino Bortolini, de Janiópolis e Euclides Sachetti, de Engenheiro Beltrão, foram afastados pelo conselho de ética na segunda-feira, juntamente com o vice-prefeito de Quarto Centenário, Valdecir Malagutti e dez vereadores de vários municípios.
A faxina no PPS teve início ainda no primeiro turno, com o afastamento do candidato do partido ao Senado, o empresário Pedro Muffato. Após desistir de sua candidatura, Muffato declarou apoio a Alvaro Dias (PDT) na disputa pelo governo, o que levou o Conselho de Ética do PPS a mover um processo contra ele. Alvaro é desafeto político do presidente do PPS, Rubens Bueno, que também disputou o primeiro turno das eleições ao governo.
Satisfeito com o resultado das eleições do primeiro turno, quando obteve 7% dos votos válidos, Bueno apoiou as expulsões no PPS, que resultaram no afastamento de mais quatro prefeitos da sigla: Carlos Kanegusuku (Andirá), Zé do Pontal (Pontal do Paraná) Jacir Antonio Cardoso (Inácio Martins) e Humberto Feltrin (Marialva). ''Queremos construir um partido forte no Paraná, com pessoas comprometidas com nosso programa e nossas idéias'', afirmou Bueno.

mockup