1. As direções do PFL, PTB e PSB já anunciaram que integrarão o ‘chapão’ pró-Lerner, trazendo a reboque siglas menores como o PSC, PST, PRTB e PL. A coligação será na majoritária (governo e Senado) e facultativa na proporcional (Câmara Federal e Assembléia Legislativa).
2. PMDB e PSDB podem se unir, lançando ou Requião ou Álvaro Dias como candidato ao governo. PT, PC do B, PSN, PPS e PCB devem fazer parte desse grupo. Caso contrário, o PT fica com os partidos tidos como de esquerda (PC do B, PCB e PCB), lançando Cheida governador; e o PMDB e PSDB caminham unidos.
3. O PPB ficará ou com o grupo de Lerner, ou com o grupo de Requião ou com o de Álvaro, em caso de não vingar a aproximação entre peemedebistas e tucanos. A tese de lançamento de chapa própria majoritária e proporcional tende a perder força.
4. PDT pode caminhar sozinho em 98, se o PSDB conseguir a proeza de integrar a frente de oposição a Lerner. Com a recusa do prefeito de Londrina, Antonio Belinati, em ser o candidato ao governo, a sigla trabalha outras indicações como a dos deputados Edgar Bueno e Luiz Carlos Zuk e a do atual presidente, Nelton Friedrich.
5. A intervenção do Palácio do Planalto no processo sucessório do Paraná pode forçar uma outra situação. O PSDB, neste caso, ficaria neutro, tendo Álvaro como o candidato ao Senado. E o governador Jaime Lerner, o único candidato ao governo com o apoio de FHC. (L.D.)

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