Porto Alegre - A ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) defendeu ontem mais investigações sobre a morte do presidente João Goulart (1961-64), conhecido como Jango. Pela versão oficial, ele foi vítima de um ataque cardíaco em 1976, época em que vivia exilado na Argentina. Em discurso durante audiência pública da Comissão Nacional da Verdade, Maria do Rosário disse ser ''muito clara'' a possibilidade de que Goulart tenha sido assassinado. A jornalistas, mais tarde, afirmou que deve ser avaliado se a exumação dos restos mortais do presidente ajudaria na investigação. A família do ex-presidente diz acreditar que ele tenha sido envenenado e pede uma série de medidas para elucidar o caso, como o depoimento de autoridades estrangeiras. (Folhapress)

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