Ponto biométrico não evitou irregularidades
O ponto biométrico, que exige a leitura da impressão digital para marcar o horário de entrada e saída do trabalho, foi implantado no ano passado na Câmara de Maringá No entanto, até o último mês de abril, apenas os funcionários estatutários aprovados em concurso eram obrigados a fazer este registro
Só a partir de abril um decreto do Legislativo passou a exigir que os cargos comissionados e os assessores parlamentares, que representam a maioria dos servidores, também tivessem que usar a impressão digital para comprovar a presença
A medida, que foi anunciada pela presidência da Câmara como uma forma eficaz de controlar eventuais abusos, não evitou as irregularidades flagradas pelo Gaeco, que passou a investigar o caso há apenas cinco meses
Antes da existência do ponto biométrico para o registro dos assessores parlamentares, o controle do comparecimento ao trabalho nos gabinetes da Câmara era feito nos velhos moldes do livro ponto, em que cada funcionário assina o papel para marcar o comparecimento A responsabilidade por conferir as presenças e passar as informações ao Departamento de Recursos Humanos cabia a cada vereador (M G )





