O movimento é polêmico e tem muitas resistências, sobretudo entre os políticos. O presidente da Assembléia Legislativa, Aníbal Khury, é totalmente contra a iniciativa de separação do Sul. ‘‘O Brasil é um país integrado. Não podemos reviver a Guerra dos Farrapos.’’
Segundo o deputado, o movimento quer boas soluções para um falso problema. ‘‘Não dá para corrigir o problema da representação política e da divisão das receitas públicas, criando um mal maior, que é a fragmentação do País.’’
O presidente da Associação dos Municípios do Paraná e prefeito de Cambé, José do Carmo Garcia, também não concorda com a separação. Para ele, antes de se pensar em divisão, é importante discutir a reforma do Estado. ‘‘Nosso problema está relacionado às atribuições’’, afirma Garcia. ‘‘Precisamos definir o papel dos municípios, dos Estados, da União e da sociedade.’’
Garcia ainda defende as reformas fiscal, tributária e política, como forma de corrigir as distorções que hoje existem no Brasil. (A.C)

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