Polêmica sobre verbas é antiga
A polêmica em torno das verbas adicionais para o ''secretário-deputado'' é antiga. Em fevereiro de 2007, uma reportagem da FOLHA revelou que os deputados estaduais licenciados para cargos de secretários de Estado continuavam recebendo as verbas de ressarcimento e de pessoal. Na época, o então presidente da AL, Nelson Justus (DEM), confirmou que o benefício deveria ser revisto. Em abril de 2009, trecho de uma resolução aprovada pela Casa determinava o fim da verba de ressarcimento para o ''secretário-deputado'', mas não mencionava a verba de pessoal. A verba continuou sendo usada normalmente pelos então ''secretários-deputados'' Nelson Garcia e Ênio Verri.
E, então, em dezembro de 2010, projeto de Antonio Anibelli (PMDB) que vinculou o salário do secretário de Estado ao do governador do Estado e aumentou o valor para 2011, também acrescentou que o ''secretário-deputado'' que optar pela remuneração da AL tem direito, além do subsídio, a todas ''as demais prerrogativas pecuniárias, físico/estruturais e de pessoal'' de um deputado estadual em exercício normal. (L.C.)





