Às vésperas de mais um enfrentamento na convenção nacional de domingo, os peemedebistas só estão de acordo em um ponto: o PMDB que vai sair da convenção é o mesmo partido rachado entre várias alas, comandado pela mesma cúpula e com o mesmo charme eleitoral de uma legenda que tem história e estrutura em todo o Brasil. Ninguém acredita que o produto final do voto dos 519 convencionais que se reúnem em Brasília no fim de semana seja a unidade. ''Em se tratando de PMDB, unidade é uma coisa que não existe'', disse o senador José Fogaça (RS), resumindo o sentimento geral. De um lado está o deputado Michel Temer (SP), favorito na disputa com o apoio dos governistas e de outro, os rebeldes e itamaristas, que querem o senador Maguito Vilela (GO) na presidência do partido.

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