O PFL defende, junto ao presidente FHC, a realização da reforma do ministério até 15 de fevereiro, data em que os parlamentares retornam do recesso. Na avaliação do presidente nacional do partido, senador Jorge Bornhausen (SC), que esteve anteontem com FHC, a principal preocupação dos parlamentares em 2002 será com a reeleição e, por isso, a presença de políticos no ministério poderia causar atritos na base aliada e favorecer alguns setores. Para Bornhausen, seria conveniente que FHC antecipasse a saída do governo dos auxiliares que disputarão as eleições em outubro. Os integrantes do primeiro escalão têm até abril para se desincompatibilizarem, caso desejam disputar cargos eletivos.

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