PFL não assina CPI do Grampo
O líder do PFL na Câmara, Inocêncio Oliveira (PE), enterrou a CPI mista do grampo, sugerida pelo PT para investigar denúncias de escutas telefônicas clandestinas. No final da manhã de ontem, ele disse que não iria assinar o requerimento para criação da CPI, recuando de posição anunciada na semana passada. Eu recebi um apelo do colégio de vice-líderes, justificou o líder, que na última quinta-feira havia se comprometido a apoiar a proposta do PT. Sem as assinaturas dos deputados e senadores do PFL, a oposição não terá número suficiente para instalar a CPI mista. Na realidade, Inocêncio, desde a semana passada, vem defendendo a criação da CPI sem consultar o partido. O líder do PFL no Senado, José Agripino Maia (RN), imediatamente colocou restrições. O argumento é que uma CPI só beneficiaria a oposição, que ganharia um palanque em ano eleitoral.





