O PFL deve aprovar hoje, em reunião da executiva nacional, uma proposta do seu presidente, senador Jorge Bornhausen (SC), de negociação com o PSDB, PMDB e PPB para a formação de uma aliança visando a eleição presidencial de 2002. ‘‘Vou pedir autorização do partido para poder iniciar os debates de propostas para a sucessão presidencial com o PSDB, PMDB e PPB’’, declarou Bornhausen.
O PFL pretende formar uma coligação partidária, que terá como candidato um nome independente do governo federal. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplo, enquadra-se nesse perfil. Na chapa, pefelistas defendem a indicação da governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PFL), ou do deputado Roberto Brant (PFL-MG), como candidatos a vice.
Mas o comando do PFL resiste à idéia de apoiar três das candidaturas do PSDB a presidente: os ministros da Saúde, José Serra, e da Educação, Paulo Renato Souza, e o governador do Ceará, Tasso Jereissati. Até pouco tempo, o governador tucano tinha o apoio incondicional do ex-senador ACM, que perdeu a força no caso do painel.

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