No mesmo dia em que anunciou a renúncia, Jader recebeu três golpes. A Polícia Federal (PF) pediu a quebra de sigilo bancário dele ao Supremo Tribunal Federal (STF) por indícios de envolvimento em fraudes na extinta Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). Além disso, a PF entregou à Corregedoria do Senado um dossiê com depoimentos que o comprometem nas mesmas irregularidades.

Por último, o Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas pediu a abertura de um novo processo contra o senador por suspeita de irregularidades na desapropriação de terras quando era ministro da Reforma Agrária. O STF já autorizou, em duas ocasiões, a quebra do sigilo bancário de Jader, mas é a primeira vez que o pedido se refere ao período do atual mandato do senador (de julho de 1998 a julho de 2001).

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