PF de MT descobre novas pistas da morte de Amaral
A Polícia Federal (PF) confirmou ontem que a conta bancária aberta no Banco de Fomento, em Pedro Juan Cabalero, no Paraguai, foi usada para depositar parte do dinheiro pelo pagamento do assassinato do juiz Leopoldino Marques do Amaral. A conta está em nome de Perla Vichini Beatriz Peralta, nome falso que a ex-assessora de Amaral Beatriz Arias usou para abrir a conta e fazer um depósito de R$ 35,5 mil em agosto. ‘‘Já temos quase certeza que essa conta faz parte do crime’’, disse o superintendente da PF no Mato Grosso, Claúdio Luiz da Rosa. ‘‘Pelo que ela ganha no Fórum Cível de Cuiabá, teria de trabalhar vários anos sem gastar nada para juntar todo esse dinheiro. A Polícia Internacional (Interpol) e a PF tentam prender o tio de Beatriz, o taxista Marcos Peralta, que viajou com o juiz para Ponta Porã (MS), os traficantes Marcos e Fábio Guerra, com quem Amaral teria se encontrado no Paraguai, e Félix Paniágua, dono da arma usada no crime. Anteontem, a PF prendeu o marido, o irmão e o advogado de Beatriz Arias.

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