Petistas do PR lamentam a morte de companheiro
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terça-feira, 11 de setembro de 2001
Cristiane Oya 
O prefeito de Londrina, Nedson Micheleti (PT), afirmou ontem que o assassinato do companheiro de partido, também chamado carinhosamente de ''professor Toninho'', leva a refletir sobre a crise no setor de segurança pública. Conforme Nedson, que foi a Campinas, a causa da morte deve ser apurada. ''De acordo com as investigações da CPI do narcotráfico, Campinas era o centro do crime organizado e o professor Toninho sempre levantou a voz contras essas questões'', recordou.
O prefeito de Maringá, José Cláudio Pereira Neto (PT), classificou o crime de ''retrocesso para o País''. ''É lamentável quando alguém que entra na política para mudar a situação de um país perde a vida desta forma'', disse. Para ele, a morte de Toninho foi encomendada pelo crime organizado. O prefeito de Ponta Grossa, Péricles de Holleben Mello (PT), também lamentou o crime. ''Não temos informações concretas se foi crime político ou assalto. Mas Toninho foi um grande companheiro de partido.'' (Colaborou Marcos Zanatta, de Maringá)


