Curitiba - A pesquisa não foi bem recebida internamente. O ex-chefe da Casa Civil Alceni Guerra –um dos nomes que o PFL pretende avaliar para o Senado– considera a sondagem, neste momento, um ‘‘tiro no p钒. ‘‘Achei uma idéia muito ruim. Neste momento, pesquisa não reflete intenção de voto, e sim conhecimento’’, disse. Guerra reclama que não autorizou a inclusão de seu nome na pesquisa.
Ele prefere se colocar como candidato a uma vaga na Câmara Federal. ‘‘Passou (a chance de disputar o Senado). Tem que ser realista. Não tem finalidade. Uma candidatura majoritária depende de maior mobilização de lideranças’’, disse. O nome do ex-chefe da Casa Civil há meses vem sendo colocado como opção para deputado federal ou senador.
Guerra ponderou ainda que, com a verticalização das alianças, as coligações antes acertadas caíram por terra, deixando os estados reféns das articulações nacionais. ‘‘A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nos tirou a autonomia política. A base que temos levou um ano para ser costurada’’. (M.D.)

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