Pergunte ao Candidato












‘‘Qual o percentual do orçamento do município que será aplicado nas questões sociais, caso o senhor seja eleito prefeito de Cascavel?’’
- Gilson da Cruz, presidente da Ordem dos Pastores Evangélicos de Cascavel

‘‘Tudo tem que se enquadrar na Lei de Responsabilidade Fiscal, severa, mas necessária. Não quero, e não posso, de momento, antecipar valores, para não incorrer em erros, mas com certeza estaremos fazendo justiça social. A área de assistência social será mesmo uma das que administraremos com mais carinho, até porque temos origem no seio do povo humilde e trabalhador.’’
- TIAGO DE AMORIM NOVAES (PTB), Cascavel

‘‘Na campanha de 1992, o senhor bateu sistematicamente na tese de que ‘Pra trás não dá mais’. Esse slogan soou muito forte e penso até que responsável em levá-lo ao segundo turno das eleições. Como o senhor responderá quando indagado sobre isso, se todos os outros postulantes estão na situação que o senhor estava? Gravo os programas eleitorais e tomei a iniciativa de fazer essa pergunta porque rememorando um deles, o ex-prefeito, entre outras coisas, diz que votar em quem teve oportunidade de fazer e não fez é atraso e retrocesso e promete no mesmo programa criar guardas municipais e transformar a maternidade em um grande centro avançado de saúde. Hoje volta a prometer 600 guardas e Pronto de Saúde Municipal. O senhor teve a oportunidade de fazer e não fez.’’
- Paulo Mendes Castelo Branco, imobiliarista, Londrina

‘‘Prezado Castelo. Continuo afirmando que um prefeito que tem oportunidade de fazer e não faz não merece o cargo. O que você não se recorda é que eu criei a Guarda Municipal e a deixei com 200 homens, trabalhando. Onde estão os guardas do Lago Igapó, do Zerinho, das Escolas Municipais, dos Postos de Saúde e dos demais próprios públicos? A Guarda foi desmontada, o que é diferente. Quanto à Maternidade, herdei-a sem nenhum funcionário. Tive que contratar mais de 300 profissionais e a deixei, sim, como um Centro de Excelência na área da saúde. Não foi premiada, recentemente, à toa.’’
- LUIZ EDUARDO CHEIDA (PMDB), Londrina

‘‘Caso seja eleito, o senhor vai acabar com a Festa Nacional do Carneiro no Buraco?’’
- Evandro Espanhol, estudante, Campo Mourão

‘‘Não. A festa é bonita. O que nós vamos fazer é incentivar produtores do município a criarem carneiro. Que festa é essa, que todo ano tem que buscar carneiros em Guarapuava? É por isso que precisamos de uma Secretaria Municipal de Agricultura. Se a festa é de Campo Mourão, tem que valorizar os produtores do município e gerar empregos para o município.’’
- NÉLSON TURECK (PFL), Campo Mourão

‘‘O que o senhor pretende fazer para desenvolver o turismo em nossa cidade? Tem planos para implantar um teleférico na praça onde está localizado o Cristo Rei?’’
- Zenaide Cobianchi, sindicalista, Cornélio Procópio

‘‘O turismo é fonte geradora de empregos, além de contribuir para o aumento de receita do município, gera novas oportunidades para pequenos e médios empresários. Vamos desenvolver o turismo regional concentrando eventos, festas e outras atividades que colocarão Cornélio Procópio como cidade-pólo. Quanto ao turismo nacional, já estamos desenvolvendo uma parceria com o estúdio Maurício de Souza, um sonho antigo de todos os procopenses, que será apresentado nos próximos dias. Com referência ao teleférico, iremos incorporá-lo ao mesmo projeto.’’
- AMIN JOSÉ HANNOUCHE (PSDB), Cornélio Procópio







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