‘‘O senhor é do PSDB e sempre votou favoravelmente os projetos do governo. Por que só em relação ao salário mínimo o senhor foi contra essa orientação?’’
- Marta Angélica Monteiro, secretária, Londrina
‘‘Votei contra por acreditar que era necessário garantir um salário mínimo maior. Se o salário mínimo aumenta, há uma movimentação e um crescimento em toda a economia.’’
- LUIZ CARLOS HAULY (PSDB), Londrina
‘‘Qual a sua proposta de trabalho na área social, tendo em vista a situação financeira da prefeitura?’’
- Sônia Youssef, autônoma, Londrina
‘‘Vou transformar o Provopar em uma fundação. Fundações juridicamente podem receber recursos de fontes diversas, o que é vetado às secretarias. Essas verbas financiarão nossa política de ação social que será voltada uma vez mais para as pessoas carentes. Quando prefeito, retirei das ruas todos os menores abandonados e os encaminhei a escola e ao trabalho. Continuaremos com a mesma política.’’
- LUIZ EDUARDO CHEIDA (PMDB), Londrina
‘‘O senhor fala muito em assistência a criança e ao adolescente. Mas existe um projeto específico para tirar os menores das ruas?’’
- José Gabriel Yasbek, autônomo, Londrina
‘‘Nossa proposta de trabalho é integrar ação social, educação e cultura nos bairros. Com essa proposta, também colocaríamos em prática o Programa Bolsa-Escola, que remunera famílias que mantêm crianças estudando. Já no primeiro ano atingiríamos 2 mil crianças, com um custo mensal de R$ 200 mil. As assistentes sociais acompanhariam essas famílias e, paralelo a isso, pretendemos criar nos bairros os centros de integração de cidadania e cultura, com programas culturais, atividades de lazer e cursos, para integrar crianças, adultos e idosos. E não é um alto custo. A instalação do circo Funcart, por exemplo, não chegou a R$ 25 mil. Os centros, em pontos estratégicos da cidade, poderiam ter a mesma estrutura.’’
- NEDSON MICHELETI (PT), Londrina
‘‘O senhor nunca se envolveu diretamente na política. Por que decidiu concorrer à prefeitura de Umuarama? E se o senhor conseguir se eleger, como será sua administração?’’
- Sibele Campestrini Ferreira, advogada, Umuarama
‘‘Por não concordar com o modelo atual de administração (do prefeito Fernando Scanavaca, do PPB, candidato à reeleição). É muito centralizador. O poder está concentrado nas mãos de um pequeno grupo que toma todas as decisões, que comanda tudo. Isto não é democracia. Eu fui secretário da Indústria e Comércio da atual administração e deixei o cargo porque os projetos e idéias apresentados pela minha pasta, em favor do empresariado, não recebiam apoio. Eu represento uma parcela da comunidade que não está satisfeita com este modelo administrativo centralizador. Se for eleito, vamos incentivar todos os setores da sociedade a participar da administração. Criar um orçamento participativo e descentralizado, onde todos poderão apresentar idéias, projetos, fazer reivindicações, enfim ajudar a decidir onde e como serão investidos os recursos públicos e quais os setores devem ser priorizados.’’
- PAULO CASTELANI (PL), Umuarama
‘‘O que o senhor pretende fazer pela inclusão efetiva dos portadores de necessidades especiais à comunidade?’’
- Lucineide Bocato, coordenadora de eventos da APAE de Ibiporã
‘‘Já estamos apoiando a APAE, investindo na associação. A prefeitura mantém três professores, um motorista, ajuda na merenda e dá outros apoios como na construção de um muro de arrimo, por exemplo. Nos últimos dois anos, investimos só na construção do muro cerca de R$ 25 mil. Também estamos tentando, na medida do possível, melhorar o acesso dos portadores de necessidades especiais aos prédios públicos e também aos passeios públicos. Essa é uma das maneiras de incluir o portador de necessidade especial na comunidade, mas também podemos ampliar o acesso dele aos concursos públicos.’’
- ANTÔNIO NADIR BIGATI (PMDB), Ibiporã
‘‘Como o senhor pretende fazer a integração entre bairro e centro, já que não existe uma via rápida em Cambé para garantir esse acesso rápido?’’
- Pedro Mazei, presidente da Associação Comercial e Industrial de Cambé
‘‘Na Estrada da Esperança, que sai da BR-369, próximo a Cear Veículos e Jardim Boa Vista, e que vai até o Jardim Olímpico, no lado esquerdo da estrada, sentido Cambé-Londrina estão sendo constituídos loteamentos (Jardim Andaluzia, Jardim do Café e a Ecoville). As diretrizes acordadas obrigam os loteadores a fazer a transposição do Córrego Esperança, fazendo a ligação entre a região do Santo Amaro e do Novo Bandeirantes com a Estrada da Esperança, e depois da Rua da Esperança via centro de Cambé. Essa passagem já está sendo constituída. Agora, como deslocar a população via transporte coletivo para o centro e vice-versa? Além dessa via, a meta é fazer terminais urbanos nos bairros e no centro para fazer essa integração. Esse é o projeto, que somente é possível porque atendemos em 100% a pavimentação nos bairros com asfalto. Outro projeto que pode surgir no futuro é fluvial, via Rio Cambezinho, através de uma parceria com Londrina.’’
- JOSÉ DO CARMO GARCIA (PTB), Cambé
‘‘Qual o seu projeto para revitalizar as indústrias já existentes?’’
Mário Marino, contador, Rolândia
‘‘Não pretendemos dar apoio financeiro por causa das dificuldades de caixa da prefeitura, mas buscar, junto a bancos estatais, empréstimos subsidiados a juros baixos para ajudar principalmente as empresas em dificuldades. Queremos fortalecer as indústrias usando da experiência e do prestígio que conseguimos no passado, quando administramos a cidade de 83 a 88. Temos um grupo de empresários que está nos apoiando e que certamente irá nos ajudar a trazer também novos empresários de fora. Podemos formar grupos empresariais da cidade para criarmos indústrias locais. Não se pode dispensar nenhuma empresa que gere 5, 10, 15 ou 20 empregos. Tudo isso é muito importante porque nossa prioridade é gerar novos empregos.’’
- EURIDES MOURA (PMDB), Rolândia
‘‘Como o senhor espera poder concretizar sua proposta de transformar Apucarana em uma cidade universitária?’’
- Anderson Balan, coordenador de cursos de pós-graduação, Apucarana
‘‘Para viabilizar essa proposta, pretendo buscar apoio estratégico e recursos junto ao governo federal e ao governo do Estado, além de negociar parcerias com a iniciativa privada. Ao município caberá a criação da infra-estrutura básica do complexo universitário.’’
- JOÃO BATISTA CARDOSO (PMDB), Apucarana
‘‘O que o senhor pretende fazer para combater o desemprego no município?’’
- Marcelo Félix, escriturário, Apucarana
‘‘Investimentos empresariais dependem muito das condições de mercado e da economia nacional. Em Apucarana, nós iremos melhorar a estrutura dos nossos parques industriais, divulgar as potencialidades do município, principalmente em termos de matérias-primas, e oferecer incentivos para atrair indústrias, visando gerar mais empregos.’’
- CARLOS SCARPELINI (PSDB), Apucarana
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