Curitiba - Caso a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seja referendada, os pequenos partidos do Paraná, alguns dos quais já tinham definição ou bom encaminhamento de alianças, seriam os mais prejudicados.
Os grandes estão, na maioria, propensos a lançar candidatos próprios para disputar o primeiro turno das eleições, o que independeria de qualquer arranjo nacional.
Entre os partidos ainda pequenos, o PSB estaria em situação mais difícil, visto que tem um candidato à Presidência, o governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho. Para garantir palanque ao candidato nacional, o PSB, que pensava em uma coligação, deverá escolher um postulante ao governo do Estado. Mas não tem nomes de destaque entre os filiados.
‘‘Pode nos ser imposta essa condição’’, disse o presidente regional, Severino Nunes de Araújo. ‘‘Mas precisamos ter cuidado porque podemos ser ridicularizados.’’

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