Brasília - Pressionado a se licenciar temporariamente do cargo, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse, por meio de sua assessoria, que a ''hipótese de afastamento não está em análise''. Segundo os assessores, o peemedebista não está sofrendo pressões de pessoas próximas para deixar o cargo. Aos interlocutores, Sarney disse que está será uma decisão pessoal.
Sarney chegou na tarde de ontem ao Senado e esteve a todo momento no gabinete da presidência. O peemedebista foi convidado pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM) a comparecer ao plenário, mas não apareceu. O presidente do Senado foi alvo de três pedidos oficiais do PSDB, DEM e PDT para deixar o cargo até que as investigações sobre denúncia de irregularidade na Casa sejam concluídas.

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