Neste primeiro ano de governo Roberto Requião (PMDB), a Assembléia Legislativa teve que aprovar projetos delicados a autorização para o governo encampar o pedágio e a lei que proibia os transgênicos no Estado , mas não ficou tão exposta diante da opinião pública quanto no final do governo Jaime Lerner (PSB).
Em agosto de 2001, a Casa recebeu um projeto popular que impedia a venda da Companhia Paranaense de Energia (Copel), mas o projeto foi derrubado pela maioria governista de Lerner.
A Casa foi invadida por estudantes, a polícia teve que fazer a segurança do prédio, e os deputados que votaram contra o projeto popular tiveram seus nomes expostos em um placar instalado diante do prédio da Assembléia, no Centro Cívico, pelo Fórum Popular Contra a Venda da Copel. A estatal de energia não foi vendida, pois os interessados refluíram. Mas o episódio até hoje é lembrado pelos deputados.
Neste ano, foi o Executivo que concentrou a atenção do eleitorado: a guerra contra as tarifas do pedágio envolveu, além do próprio governador, a Procuradoria Geral do Estado (PGE), e secretarias de Estado, especialmente a dos Transportes e a Casa Civil.

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