Curitiba - O pedágio ainda deve render combustível para discussão neste segundo turno. Esta semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em resposta a uma consulta da concessionária Viapar, confirmou que a União é parte interessada nas ações relativas a concessão do pedágio, e portanto o julgamento cabe à Justiça Federal. Isso porque há vários trechos federais entregues à iniciativa privada no Paraná. Segundo o governo Requião, já foram protocoladas, desde o início da gestão, em 2003, 38 ações contra o pedágio. Essas ações tramitam nas esferas estadual e federal.
Outra polêmica sobre a cobrança do pedágio ainda está por vir e só acontece depois de definido o governador pelos próximos quatro anos. Como ocorre todos os anos por previsão contratual, as seis concessionárias de pedágio que exploram trechos de rodovias no Paraná poderão reajustar as tarifas cobradas dos usuários a partir de 1º de dezembro. Na segunda quinzena de novembro, a Fundação Getúlio Vargas divulga a cesta de índices do setor de transportes que influirão no aumento das tarifas. Depois, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) terá que homologar - ou não - os reajustes propostos pelas empresas. (M.D.)

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