O prefeito de Pato Branco, Astério Rigon (sem partido) estuda a possibilidade de regularizar a situação do município com a Previdência Social ou reinstituir o Fundo de Previdência Municipal (FPM), extinto pela Lei 1648/97. Nem o prefeito, nem os vereadores da cidade sabem de quanto é exatamente a dívida do município, porém a prefeitura tem até 20 de dezembro para encontrar uma solução. Desde a extinção do FPM, a Prefeitura não desconta a contribuição para a Previdência do funcionalismo.
Para o prefeito, a situação é delicada e deve ser resolvida imediatamente, sob pena de Pato Branco ficar impedida de receber, assinar convênio e formalizar empréstimo com órgãos do Governo Federal. Atualmente é facultado ao servidor ativo autorizar ou não em seus vencimentos, o desconto equivalente ao valor dos descontos previdênciários. Na opinião de Astério Rigon, a solução mais eficaz é restabelecer a obrigatoriedade da contribuição.
Nesta semana o vereador Carlos Lins (PT) solicitou que fosse enviado ao Deputado Federal Jaques Wagner, membro da Frente Parlamentar e de Entidades Civis e Militares em Defesa da Previdência Social Pública, uma proposta de criação de um novo do Fundo Municipal de Previdência com as devidas garantias aos servidores, tendo em vista a urgência da solicitação do INSS, para a prefeitura regularizar a situação perante a Previdência Social.

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