No PMDB, a disputa promete começar dentro do partido. ''Estamos com dois nomes que demonstram vontade de disputar a eleição e são fortes: a deputada estadual Elza Correia e o Cheida'', relatou o presidente do diretório municipal, o vereador Leonilso Jaqueta, que não esconde uma certa preferência pelo nome da deputada. ''São nomes de peso e aquele que for escolhido na convenção será o meu candidato. A Elza demonstrou que será uma candidata forte pela sua eleição para deputada com 38 mil votos e para vereadora com nove mil. É uma candidata em potencial'', afirmou.
O deputado estadual Homero Barbosa Neto, presidente do diretório municipal do PDT, também poderá abandonar sua cadeira na Assembléia Legislativa em troca do Executivo Municipal. ''Tenho o sonho de ser prefeito de Londrina e o compromisso de ser deputado, mas ainda não estamos discutindo nomes. O PDT com certeza terá candidatura própria nos grandes municípios'', se esquivou. Em 2000, Barbosa Neto disputou o segundo turno contra Nedson, em que obteve 85 mil votos, 34,23% do total.
Com uma votação expressiva, 153,4 mil votos, em entrevista à Folha em novembro do ano passado, Nedson já admitia a articulação da sua candidatura a reeleição. Apesar da vontade do prefeito, o presidente do PT em Londrina, Jacks Dias, disse que ainda é cedo para falar sobre eleição. ''Não temos discutido nada sobre essa questão. Nesse momento, temos projetos para serem implantados e a nossa preocupação é tocar a nossa responsabilidade que assumimos em 2000. ''
O presidente municipal do PFL, Farage Kouri, não descarta que seja o candidato do partido à prefeito, pela segunda vez. ''Temos um objetivo de dar contribuição para o município. Entendemos que estamos preparados para exercer o cargo'', afirmou. ''Em não menos que seis meses vamos ter quem serão candidatos'', prevê. Outro nome forte dentro do PFL de Londrina, é o da ex-vice-governadora Emília Belinati. (C.O)

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